Rapper Kanye West é criticado por se comparar a Jesus .

25/04/2019

Depois de causar polêmica ao anunciar o lançamento de um single intitulado “I Am A God” (Eu sou um deus, em tradução livre), o rapper Kanye West voltou a ser alvo de críticas. No “New York City’s Governors Ball Music Festival on Sunday”, o artista apresentou algumas músicas de se novo álbum, que tem como título “Yeezus”, uma mistura de seu apelido, Yeezy, com Jesus.

Entre as músicas apresentadas, está a polêmica “I Am A God”, onde West afirma ser um deus e um homem de Deus.

– I am a god / Even though I’m a man of God / My whole life in the hands of God / So y’all better quit playing with God. (Eu sou um deus / Mesmo que eu sou um homem de Deus / Toda a minha vida nas mãos de Deus / Então é melhor vocês pararerm de brincar com Deus – em tradução livre) – diz a música.

Ao fim da canção, o rapper diz ter conversado com Jesus, que disse “What up, Yeezus?”, que em português seria algo como “E aí, Yeezus?” Essa não é a primeira vez que o artista relaciona sua pessoa a Jesus. Em 2006, ele apareceu na capa da revista norte-americana Rolling Stone, caracterizado como Jesus Cristo, usando uma coroa de espinhos na cabeça. A matéria tinha como título “A paixão de Kanye West” relacionando o cantor ao filme “Paixão de Cristo” dirigido por Mel Gibson em 2004.

Reconhecido pela mídia norte-americana como um artista arrogante, o rapper tem recebido duras críticas de jornalistas e até mesmo de outros artistas de seu país, segundo o Charisma News.

A atriz Candace Cameron Bure foi uma das que falaram sobre o lançamento do rapper. Ela criticou Kanye West por sua “falta de humildade” ao “se comparar a Jesus”. Alguns críticos chegaram a afirmar que ele estaria cometendo uma blasfêmia com esse seu novo trabalho.

Outra canção do álbum também está causando controvérsia. Além de “I Am A God”, o rapper cantou “Skinheads Black”, com dançarinos ao fundo usando capuzes negros ao estilo da KKK. A canção também inclui referências religiosas, com uma letra que fala de católicos e evangélicos batistas. “Yeezus” é o sexto álbum de West, e será lançado em 18 de junho.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Pastor batista é demitido de igreja por ter assistido um show de rap

25/04/2019

Na última semana, o pastor norte-americano Rodney Wills foi demitido de seu cargo igreja batista em Winston-Salem, no estado da Carolina do Norte (EUA), por assistir um show do rapper Rick Ross. Wills foi demitido após quatro anos de serviço na congregação batista.

O diácono Miles Langley justificou o afastamento do pastor de seu cargo, alegando que a igreja não pode ter um pastor que apoia “pessoas que estão derrubando o Reino de Deus”.

– Sabemos que muitos fiéis terão opiniões diferentes das nossas ações, mas não é assim que fazemos as coisas aqui… Nós não podemos ter um pastor elogiando coisas do mundo um minuto e louvando ao Senhor no outro – afirmou Langley, de acordo com o AmericaPreachers.com.

Wills descobriu que havia sido demitido quando chegou à igreja no domingo (04 de agosto), e viu que o seu nome tinha sido removido da porta de seu escritório na igreja e que sua placa de estacionamento tinha sido retirada.

A votação para a demissão do pastor ocorreu um dia antes, no sábado. Langley disse que esta foi a segunda vez que Wills foi visto em um show de Rap. Meses antes, o conselho de diáconos supostamente teria sido informado que Wills foi visto em um show do rapper Lil Wayne.

Wills foi o mais jovem pastor a ser ordenado na igreja batista em Winston-Salem, com apenas 26 anos. Ele agora é também o pastor que por menos tempo trabalho na congregação, com cerca de quatro anos de serviço.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Gangsta Gospel: conheça o trabalho que leva o Evangelho à periferia .

25/04/2019

O crescimento dos evangélicos no país é creditado, no geral, à expansão promovida por igrejas pentecostais e neopentecostais. No entanto, há o que se chama “missão urbana”, que tem levado o Evangelho a guetos que as igrejas mais populares não alcançam.

Entre os “missionários urbanos” que se comunicam na linguagem de seu público-alvo estão os pastores do gangsta gospel, que utilizam um segmento da música hip-hop para evangelizar.

A jornalista Anna Virginia Balloussier publicou uma reportagem sobre o assunto em seu blog no site da Folha de S. Paulo traçando um perfil do antes e depois destes personagens encontrarem o Evangelho. “O gangsta –derivativo de gângster– conta a vida como ela é. E ela nem sempre era bonita”, explica resumidamente a jornalista.

Um dos retratados na matéria é o pastor Ton, 36 anos, compositor de gangsta gospel e líder da Comunidade Profética Descendentes de Davi, em Guaianases, zona leste de São Paulo.

“Sempre sonhei em fazer clipe que nem os gringo”, diz o pastor rapper, que gravou um clipe usando um Chevrolet Impala 1962, cor azul, estilo “lowrider” (carros rebaixados com sistema de suspensão a ar). Ton diz ter se inspirado nos clipes dos gângsters de origem mexicana: “Assim como os carros deles pulam na presença da [Senhora de] Guadalupe, quero que aqui pulem aos pés do meu Deus”, afirma.

O salão alugado onde a igreja liderada por Ton funciona fica próximo a uma boca de fumo, e tem espaço para até 35 fiéis. Ele e sua esposa, a ex-prostituta e agora pastora Angela de Jesus, trabalham em suas duas lojinhas de salgados para se sustentar, e às vezes, cobrir o aluguel de R$ 600,00 do salão.

Antes de optar por atuar nas “missões urbanas”, Ton frequentou a Assembleia de Deus, trocou de figurino e de corte de cabelo. Não se sentiu à vontade e decidiu usar a cultura em que cresceu para espalhar o Evangelho: “Entro em lugares que a música dos caras de terno e gravata não vai entrar”, explica.

A TV Folha produziu uma vídeo-reportagem sobre o pastor Ton e outros dois expoentes do gangsta gospel na periferia paulista. Confira:

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